Por Diogo Sponchiato – Veja – De perto, ninguém é normal. Esse parece ser o espírito do nosso tempo, um tempo em que siglas, nomes médicos e códigos de doença pularam os muros dos consultórios e frequentam o boca a boca real e virtual. A ponto de se concluir que vivemos uma epidemia de distúrbios mentais: TDAH, ludopatia, transtorno borderline, TOD… A lista é longa…
Mas qual é a fronteira entre a norma e o desvio, ou entre a saúde e a doença? Quem define o que é normal e o que é patológico? Quando termina a tristeza e começa a depressão? Onde acaba a agitação infantil e desponta a hiperatividade com déficit de atenção? Será que, na ânsia por laudos objetivos e precisos, a psiquiatria não continua escorregando num terreno sinuoso de subjetividade e diversidade?
Leia a matéria completa – 02/092026





