
Por: Tribuna do Planalto – Documentos mostram que mães solteiras, homossexuais e perseguidos políticos foram internados sem diagnóstico clínico; pesquisa resgata memória do Hospital Adauto Botelho, em Goiânia. Acervos de hospitais psiquiátricos brasileiros revelam um histórico de internações arbitrárias ocorridas ao longo do século XX. Os documentos mostram que pessoas sem diagnóstico de doença mental foram internadas por razões sociais, morais ou políticas. Entre os casos estão mães solteiras, homossexuais, perseguidos políticos e pessoas em situação de rua . O trabalho acadêmico do professor Éder Mendes de Paula, da Universidade Federal de Jataí (UFJ), em Goiás, integra um esforço de resgate da memória dessas instituições. Ele explica que muitas cartas escritas por pacientes internados eram usadas como prova de doença...











