Por: Kennedy Cruz – BrasildeFato – Ato nesta segunda (18) reuniu usuários, familiares, trabalhadores e movimentos sociais para cobrar expansão dos Caps.
Sob as palavras de ordem “manicômio nunca mais” e “trancar não é cuidar”, usuários da Rede de Atenção Psicossocial (Raps), familiares, profissionais da saúde e movimentos sociais realizaram, nesta segunda-feira (18), um ato em frente ao Palácio do Buriti para denunciar o que classificam como abandono da política de saúde mental no Distrito Federal.
O ato marcou o Dia Nacional da Luta Antimanicomial e transformou o gramado da sede do Governo do Distrito Federal (GDF) em um espaço de resistência política, cultura e denúncia, com apresentações de música, dança, capoeira e intervenções artísticas. A mobilização criticou o avanço de práticas manicomiais, o desfinanciamento da rede pública e a ausência de investimentos em serviços substitutivos, como os Centros de Atenção Psicossocial (Caps).
O manifesto do Fórum Revolucionário Antimanicomial do DF afirma que a lógica manicomial permanece presente no racismo estrutural, na criminalização da pobreza e na transformação do sofrimento social em mecanismo de controle.
Leia a matéria completa – 18/05/2026





