Por: BrasildeFato – No final de julho de 2026, o último paciente deixou o Instituto Psiquiátrico Forense Dr. Maurício Cardoso, em Porto Alegre. Com sua saída, terminou a desinstitucionalização das pessoas que ainda permaneciam no Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico do Rio Grande do Sul. O encerramento marca o fim de uma instituição que, por um século, reuniu em um mesmo espaço a custódia penal e o tratamento psiquiátrico de pessoas consideradas inimputáveis.
O fechamento, entretanto, não aconteceu de um dia para o outro. Tampouco pode ser compreendido apenas como o esvaziamento de um prédio. O que terminou no IPF foi uma determinada forma institucional de administrar pessoas consideradas loucas e criminosas. O desafio colocado pela desinstitucionalização é construir outras formas de cuidado, acompanhamento e proteção que não tenham a privação de liberdade como resposta.
Leia a matéria na íntegra – 31/08/2026





